
Na Assembleia Municipal do passado dia 17 de Dezembro, o vice-presidente da CPS, companheiro Hugo Soutinho, apresentou uma série de propostas relativas ao Cartão Jovem Municipal, para que este representasse efectivamente uma mais-valia para os jovens tirsenses, no entanto, as reacções, quer da parte do Sr. Vereador da Juventude, como do próprio Presidente da Câmara foram esclarecedoras quanto à forma como estes encaram a juventude tirsense! O Sr. Vereador da Juventude pura e simplesmente não teceu qualquer comentário, não obstante, a matéria em causa ser da sua responsabilidade. O Sr. Presidente da Câmara, por sua vez, “chutou” a questão para canto, alegando que o tema em causa já teria sido discutido na Assembleia anterior. MENTIRA!
Na Assembleia anterior – em que o Sr. Presidente de Câmara não esteve presente – a única questão levantada relativamente ao CJM foi a de saber quantos jovens tirsenses tinham aderido á iniciativa. Não se discutiram medidas ou propostas para o melhoramento das condições do mesmo, ou seja, o Eng. Castro Fernandes limitou-se, como é seu hábito, a ignorar a juventude tirsense!
Quem também não parece muito preocupada com as questões relacionadas com a juventude tirsense é a imprensa local. Em todas as artigos que vieram a pública relativamente á última Assembleia Municipal, nenhum fez referência ás propostas da JSD ou á indiferença do Eng. Castro Fernandes. O representante de um orgão de comunicação local nem sequer tinha caneta ou papel... Provavelmente aguardaria, no dia seguinte, pelo texto vindo do próprio Presidente de Câmara!
Na Assembleia anterior – em que o Sr. Presidente de Câmara não esteve presente – a única questão levantada relativamente ao CJM foi a de saber quantos jovens tirsenses tinham aderido á iniciativa. Não se discutiram medidas ou propostas para o melhoramento das condições do mesmo, ou seja, o Eng. Castro Fernandes limitou-se, como é seu hábito, a ignorar a juventude tirsense!
Quem também não parece muito preocupada com as questões relacionadas com a juventude tirsense é a imprensa local. Em todas as artigos que vieram a pública relativamente á última Assembleia Municipal, nenhum fez referência ás propostas da JSD ou á indiferença do Eng. Castro Fernandes. O representante de um orgão de comunicação local nem sequer tinha caneta ou papel... Provavelmente aguardaria, no dia seguinte, pelo texto vindo do próprio Presidente de Câmara!
A JSD de Santo Tirso luta e lutará sempre pelos interesses da população tirsense, sobretudo, da sua juventude. Nesse sentido apresentou algumas propostas para que o CJM seja um instrumento ao serviço dos jovens:
Intervenção na Assembleia Municipal:
"Há algum tempo atrás estive nesta assembleia a tecer alguns comentários à forma como tem sido implementado o Cartão Jovem municipal (CJM).
Este instrumento deveria ser, na sua essência, uma das várias linhas orientadoras da política de juventude.
O CJM, não deve ser um instrumento decorativo, uma operação de show off que o executivo camarário utiliza para dizer que apoia a juventude.
É um instrumento importante para os jovens e precisa de ser revitalizado. Santo Tirso tem cerca de 10000 jovens e só 2% é que aderiram ao cartão-jovem municipal. O CJM tem de ser mais apelativo.
Agora, passado algum tempo desde a minha última intervenção sobre esta matéria, pergunto ao Sr. Presidente da Câmara o que foi feito para revitalizar o CJM?
A bancada do PSD não faz a crítica pela crítica, nem crítica destrutiva; e para o provar apresento aqui hoje um conjunto de propostas construtivas para a revitalização do CJM, visando fundamentalmente a melhoria das oportunidades dos jovens do nosso concelho.
Sr. Presidente da Câmara, como é evidente estas propostas representam algum esforço financeiro, aliás, como todas as propostas que têm sido apresentadas pelo executivo.
Eu pergunto: não serão os benefícios a médio prazo para o concelho suficientemente importantes para se fazer tal esforço financeiro?
Não é mais útil este género de políticas de juventude, comparativamente a trazer por exemplo uma banda conhecida como foi o caso dos DZRT?
Não é mais aconselhável, mais pertinente, mais louvável este género de investimento? Digo investimento porque para mim e para os meus companheiros de bancada, apostar na juventude não é despesa, é visão, é investimento.
Sr. Presidente, estas nossas propostas não são megalómanas nem ilusórias, todas já estão a ser aplicadas em alguns concelhos.
As nossas propostas de juventude são sérias, são responsáveis. Para nós política de juventude não é trazer uma banda de música conhecida uma vez por ano, isso é populismo. Talvez essa estratégia ajude a ganhar eleições, mas garanto-lhe que a razão está do nosso lado, do lado de quem apresenta propostas construtivas e válidas para a juventude."
Este instrumento deveria ser, na sua essência, uma das várias linhas orientadoras da política de juventude.
O CJM, não deve ser um instrumento decorativo, uma operação de show off que o executivo camarário utiliza para dizer que apoia a juventude.
É um instrumento importante para os jovens e precisa de ser revitalizado. Santo Tirso tem cerca de 10000 jovens e só 2% é que aderiram ao cartão-jovem municipal. O CJM tem de ser mais apelativo.
Agora, passado algum tempo desde a minha última intervenção sobre esta matéria, pergunto ao Sr. Presidente da Câmara o que foi feito para revitalizar o CJM?
A bancada do PSD não faz a crítica pela crítica, nem crítica destrutiva; e para o provar apresento aqui hoje um conjunto de propostas construtivas para a revitalização do CJM, visando fundamentalmente a melhoria das oportunidades dos jovens do nosso concelho.
Sr. Presidente da Câmara, como é evidente estas propostas representam algum esforço financeiro, aliás, como todas as propostas que têm sido apresentadas pelo executivo.
Eu pergunto: não serão os benefícios a médio prazo para o concelho suficientemente importantes para se fazer tal esforço financeiro?
Não é mais útil este género de políticas de juventude, comparativamente a trazer por exemplo uma banda conhecida como foi o caso dos DZRT?
Não é mais aconselhável, mais pertinente, mais louvável este género de investimento? Digo investimento porque para mim e para os meus companheiros de bancada, apostar na juventude não é despesa, é visão, é investimento.
Sr. Presidente, estas nossas propostas não são megalómanas nem ilusórias, todas já estão a ser aplicadas em alguns concelhos.
As nossas propostas de juventude são sérias, são responsáveis. Para nós política de juventude não é trazer uma banda de música conhecida uma vez por ano, isso é populismo. Talvez essa estratégia ajude a ganhar eleições, mas garanto-lhe que a razão está do nosso lado, do lado de quem apresenta propostas construtivas e válidas para a juventude."


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